terça-feira, 4 de outubro de 2011

2ª EspaçoAlmoçarada - Floresta ao pé do Tecnico - 4/10/2011


DISCLAIMER: O seguinte texto é da inteira responsabilidade do nosso comparsa Mário, que devido à sua inexplicável falta de sabedoria de como fazer um post num blogue (assim como a do nosso DD, que após anos disto ainda não aprendeu a por datas corretas nos posts), pediu que fosse colocado o seguinte texto no nosso bogue. A foto adicionada foi selecionada de uma panóplia de possibilidades, e foi escolhida por ser a que tem a cara do Top menos psicótica e por ter um ilustre desconhecido no fundo a fazer uma excelente pose para a foto.

A 2ª EspaçoAlmoçarada teve lugar no seguimento da 1ª EspaçoAlmoçarada, um retumbante sucesso na nossa casa mãe em que ninguém se apontou para me acompanhar a mim e ao Top no acolhimento ao filho pródigo Chang, temporáriamente presente pelas nossas Terras. Como todos se recordam, nesse 12 de Abril festejavam-se os 50 anos do primeiro voo espacial tripulado, e os 30 anos do primeiro voo do Space Shuttle. Hoje, dia 4 de Outubro, era então dia de festejar os 54 anos do primeiro satélite artificial, o nosso querido Sputnik. Sempre atento à simbologia destes eventos, o Jimmão tratou de marcar o restaurante que lhe desse menos trabalho (a Floresta, ao pé do Técnico), com a desculpa esfarrapada de que o restaurante estava próximo do ponto nevrálgico da investigação científica nacional na área do Espaço (supõe-se que o gabinete do Jimmão no Técnico). No entanto o dito cujo abrilhantou o repasto com uma maquete de uma Soyuz que trouxe de casa, devolvento a necessária dignidade ao evento.

Os presentes foram o Jimmão, o Top, a esposa do Jimmão, o Delgado e o Stone. O Chico, após um contacto telefónico pelo Jimmão, convocando-o para a aeroalmoçarada com uma antecedência generosa de 1h (ligou ao meio-dia), prometeu resposta no prazo máximo de 30min, resposta esta que ainda se faz esperar. Em relação à ementa, nenhumas surpresas para quem teve 5 anos de Técnico em cima. Uma selecção de iguarias honesta sem mais, atendendo aos preços competitivos do local. O Stone teve um pequeno susto ao ver que não havia Alheira no menu, mas rápidamente se corrigiu a situação após confirmação de que, não senhora, a Alheira não tinha sido descontinuada do menu. No fim não houve queixas apresentadas, e fomos todos corridos a 9€, sem qualquer peripécias na escolha da sobremesa do Delgado. O tema das conversas foi mais generalista do que o costume, com menções à extensão da linha do metro de Lisboa até ao futuro Aeroporto internacional de Barajas, ao inegável talento do Pres. do Governo Regional da Madeira em conseguir financiamentos em tempo de vacas magras, e o topete de quem se põe a criticar o dito cujo depois de gastar dinheiro ao despilfarro em submarinos. Comentou-se a teoria do Jimmão em que todos são culpados até prova do contrário, e falou-se das realidades sociais em Cuba e Venezuela, rematando-se a conversa do repasto por um pedido de informações sobre a relevância da linha aérea Lisboa-Bamako (futura linha Lisboa(Barajas)-Bamako), operada pela nossa transportadora nacional.

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